Pesquisa


WebNeste site
Mostrando postagens com marcador Alimentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alimentos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

E-621 associado ao excesso de peso


O E-621 é um aditivo alimentar que funciona como intensificador de sabor e se denomina de monoglutamato de sódio.
É muito utilizado pela indústria alimentar e não é difícil encontrá-lo nas listas de ingredientes de muitos produtos (caldos de carne/peixe, comida pré-confeccionada, batatas fritas, fiambres de peru, frango, hambúrgueres congelados, patés, amêndoas torradas, ... ).
Pensa-se que este composto interfere no balanço energético através de alteração na ação da leptina e dos centros hipotalâmicos. Um estudo do American Journal of Clinical Nutrition, demonstrou que em cerca de 10 000 indivíduos chineses que foram seguidos em média por 5 anos, o monoglutamato de sódio foi positivamente associado com o excesso de peso.
Estas conclusões foram retiradas depois de vários  ajustes necessários, e a média de ingestão deste composto foi de 2,2g ± 1,6 g/dia. São precisos mais estudos para classificar mecanismos de ação, mas são cada vez mais as investigações que detectam efeitos prejudiciais deste aditivo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Arando

Uma baga muito ácida, de cor vermelho vivo e brilhante. Tal como as amoras silvestres, ainda podemos encontrar arandos em arbustos no norte da Europa, norte da Ásia e América do Norte. No entanto, quando são cultivados, os arandos crescem em vinhas rentes ao chão no cimo de grandes pântanos de areia. Os arandos também são conhecidas como «bounceberries», porque as bagas maduras saltam e, o termo inglês, «cranberries», é uma alusão poética ao fato de que as suas flores de cor rosa-pálido serem um pouco semelhantes às cabeças das garças que frequentam os brejos de arandos.
Os arandos são há muito valorizadas pela sua capacidade de ajudar a prevenir e tratar infecções urinárias. Hoje em dia, estudos recentes sugerem que esta baga da América nativa pode também promover saúde gastrointestinal e oral, prevenir a formação da pedra nos rins, baixar o colesterol LDL e aumentar o (bom) colesterol HDL, ajudar na recuperação de acidentes cardiovasculares e até ajudar a prevenir o cancro.
O arando é nutricionalmente muito rico em vitamina C.

Propriedades Nutricionais da Semente de Linhaça



Os alimentos funcionais ganharam destaque pelos efeitos benéficos que promovem à saúde. Isso se reflete no crescente mercado dos produtos naturais, aliado ao interesse dos consumidores na prevenção de doenças.
A Linhaça (Linum usitatissimum L.) é uma das mais antigas plantas cultivadas, é uma semente oleaginosa rica em gordura, proteína e fibras dietéticas. Os principais componentes do óleo das sementes de linhaça são os ácidos graxos da família Ômega-3, e também os da família Ômega-6, com seus respectivos precursores e derivados, além das ligninas e mucilagem.
Os compostos fenólicos presentes em óleos de sementes possuem fortes propriedades antioxidantes e quando usados junto com ingredientes de alimentos processados contendo lipídeos podem exercer um efeito positivo na redução da oxidação lipídica.
O Óleo de Linhaça possui os ácidos graxos Ômega-6 e Ômega-3 em uma proporção que é considerada a ideal pela maioria dos pesquisadores, sendo altamente indicado para o reequilíbrio das proporções entre os dois grupos de ácidos graxos.
O omega-3 vegetal, principalmente em forma da farinha de linhaça dourada, que é sua fonte mais abundante, é muito mais acessível e econômico. E ele não se ressente de gosto e odor tão penetrantes como o óleo de peixe, que muitos indivíduos rejeitam impondo-se complexos procedimentos industriais para a desodorização e mascaramento do sabor.
Para um maior aproveitamento dos nutrientes e fotoquímicos da linhaça, é necessário liquidificar as sementes e armazená-la em um recipiente fosco, com tampa, sob refrigeração.
Vale lembrar que seu uso deve fazer parte de uma alimentação equilibrada, levando-se em consideração seu valor energético. 

O que são alimentos irradiados?

Através dos séculos, as técnicas de preservação de alimentos foram se desenvolvendo com o aumento do conhecimento cientifico. Os métodos atuais incluem:

. congelamento
. secagem
. enlatamento
. preparação de conaserva
. pasteurização amento
. armazenamento em atmosfera controlada
. fumigação química  
. aplicação de aditivos preservantes.

Hoje em dia a irradiação promete melhorar nossa habilidade de conservar os alimentos e, ao mesmo tempo, reduzir a incidência de algumas doenças próprias dos mesmos.
Uma parte considerável da produção mundial de alimentos é desperdiçada por problemas de:

 . armazenamento
 . conservação
 . transporte

 Ao desperdício, somam-se os custos sociais e econômicos das doenças causadas pela contaminação  de alimentos por:

. Bactérias
. Parasitas
. vírus  
. Toxinas

As poucas estatísticas existentes sobre o número desses casos são alarmantes. Estudos realizados nos EUA indicam a ocorrência de 12 milhões de casos por ano de doenças, sendo 6 milhões causadas por bactérias pertencentes aos gêneros:

. Salmonella
. Campylobacters  
. Staphylococcus
.Usteria

Presentes em carnes, leite, ovos e frutos-do-mar. Doenças produzidas pelo parasita Taenia saginata, adquirido na ingestão de carne bovina mal cozida, atingem 2,75% da população da África, 0,33% da América do Sul, 2,15% da Europa e 0,46% da Ásia

COMO FUNCIONA A IRRADIAÇÃO DE ALIMENTOS
Irradiação de alimentos é um processo básico de tratamento comparável à pasteurização térmica, ao congelamento ou enlatamento. Este processo envolve a exposição do alimento, embalado ou não, a um dos três tipos de energia ionizante: raios gama, raios X ou feixe de elétrons. Isto é feito em uma sala ou câmara especial de processamento por um tempo determinado. A fonte mais comum de raios gama, para processamento de alimentos, é o radioisótopo 60Co. O alimento é tratado por raios gama, originados do Cobalto 60 em uma instalação conhecida como irradiador.
Os Benefícios
 A irradiação não é um "milagre" técnico capaz de resolver muito dos problemas de preservação de alimentos. Ela não transforma alimento deteriorado em alimento de alta qualidade. Além disto, esse tratamento não é adequado para certos tipos de alimentos, assim como outra técnica de preservação pode não ser adequada para alguns tipos de alimentos.
 A irradiação de alimentos pode resolver problemas específicos importantes e complementar outras tecnologias. Ela representa uma grande promessa no controle de doenças originárias de alimentos, tais como a salmonelose, que é um problema mundial. A irradiação de alimentos também é efetiva na desinfestação, particularmente em climas quentes, em que os insetos consomem uma grande porcentagem da safra colhida.
 A irradiação de alimentos também pode aumentar o tempo de prateleira estocagem de muitos alimentos a custos competitivos, ao mesmo tempo em que fornece uma alternativa ao uso de fumigantes e substâncias químicas, muitas das quais deixam resíduos.
 Em muitos casos, alimentos irradiados em sua temperatura de armazenamento ideal e em embalagens a vácuo durarão mais e manterão por mais tempo sua textura original, sabor e valor nutritivo se comparados com aqueles termicamente pasteurizados, esterilizados ou enlatados.

A SEGURANÇA DOS ALIMENTOS  IRRADIADOS
Observe que o nível de dose utilizado na irradiação de alimentos é no máximo 10 kGy cujo valor é muito menor aos outros processos, como o aquecimento e o uso do forno de micro-ondas.
A irradiação pode induzir a formação de algumas substâncias, chamadas de produtos radiolíticos, na constituição dos alimentos. Estas substâncias não são radioativas e não são exclusivas dos alimentos irradiados. Muitas delas são substâncias encontradas naturalmente nos alimentos ou produzidas  durante o processo de aquecimento (glicose, ácido fórmico, dióxido de carbono). Pesquisas sobre essas substâncias não encontraram associação entre a sua presença e efeitos nocivos aos seres humanos.
Em relação aos nutrientes, a irradiação promove poucas mudanças. Outros processos de conservação, como o aquecimento, podem causar reduções muito maiores dos nutrientes. As vitaminas por exemplo, são muito sensíveis a qualquer tipo de processamento. No caso da irradiação, sabe-se que a vitamina B1 (tiamina) é das mais sensíveis, mas mesmo assim as perdas são mínimas. A vitamina C (ácido ascórbico), sob efeito da irradiação, é convertida em ácido dehidroascórbico, que é outra forma ativa da vitamina C.
A irradiação de alimentos tem sido objeto de pesquisas intensas por mais de quarenta anos. Organizações internacionais tais como a FAO e a WHO revisaram estas pesquisas e concluíram que a irradiação de alimentos é segura e benéfica. Similarmente, o valor nutricional de alimentos irradiados foi comparado com o de alimentos tratados por outros métodos, com resultados favoráveis.
Em 1983, a Comissão do Codex Alimentarius, um grupo das Nações Unidas que desenvolve normas internacionais para alimentos, concluiu que alimentos irradiados abaixo de 10 kGy não apresentam risco toxicológico. Atualmente, níveis de tratamento dentro desta faixa, estão sendo mundialmente realizados.
Nem a energia gama, nem os níveis internacionais estabelecidos para aceleradores de elétrons podem fazer com que o alimento se tome radioativo. O processamento por radiação não torna o alimento radioativo da mesma forma que os raios X usados para a segurança em aeroportos não tomam as bagagens radioativas.

Resultados típicos da irradiação
A seguir são mostrados vários estudos elaborados no IPEN-Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares sobre a irradiação de alguns alimentos.

Regulamentos sobre irradiação de alimentos 

Alimentos irradiados oferecidos para consumo em supermercados devem ser rotulados como símbolo internacional denominado"Radura", mostrado abaixo.


   O símbolo deve ser acompanhado pelas palavras "tratado por irradiação" ou "tratado com radiação". Esta rotulagem é exigida por lei, para imformar aos consumidores que eles estão comprando um alimento que foi processado. Este aviso é necessário porque a radiação não deixa nenhum vestígio indicando que o alimento foi processado. Ninguém pode detectar se o alimento foi irradiado seja pela aparência, cheiro ou toque.
 Isto contrasta com outras técnicas de processamento, tais como cozinhar, enlatar ou congelar, processos em que se percebe o tratamento. Os alimentos irradiados servidos em estabelecimentos tais como restaurantes não necessitam de nenhum rótulo ou declaração no cardápio, pois o alimento oferecido, obviamente terá sido processado. A rotulagem, também, não se faz necessária no caso de ingredientes irradiados que entram em um composto alimentar em pequena proporção. Como exemplo disso pode-se citar um ingrediente seco ou tempero que foi processado por irradiação, e depois adicionado em pequena proporção em um produto alimentício.
Alimentos Irradiados no Brasil
No Brasil, a legislação sobre irradiação de alimentos existe desde 1985 (Portaria DINAL no. 9 do Ministério da Saúde, 08/03/1985). Apenas duas empresas realizam esse serviço e estão localizadas no estado de São Paulo.
No Brasil, a Resolução RDC nº 21, de 2001 é o documento legal que regula a maneira pela qual os alimentos podem ser irradiados.
Em Piraciba, o Centro de Energia Nuclear para Agricultura (CENA), da Universidade de São Paulo, vem realizando pesquisas na área e presta serviço para as indústrias. O Instituto de Pesquisas Nucleares, também da USP, além de realizar pesquisas na área, realiza um trabalho junto aos produtores, mostrando os benefícios e vantagens da irradiação de alimentos.

Frutas Cristalizadas, desidratadas, liofilizadas ou em calda...


Todo mundo sabe que fruta é um ótimo alimento. Cheias de vitaminas, fibras, carboidratos e minerais, elas são “coringas” nas dietas saudáveis e também possuem antioxidantes que previnem o envelhecimento.
Mito ou verdade?
Todo mundo sabe que fruta é um ótimo alimento. Cheias de vitaminas, fibras, carboidratos e minerais, elas são "coringas" nas dietas saudáveis e também possuem antioxidantes que previnem o envelhecimento. Melhor: têm sabores surpreendentes, do ácido ao doce, numa escala que agrada a todos os tipos de paladares.
Mas não é preciso ter sempre uma fruta fresquinha à mão para se beneficiar com tudo isso. Cristalizadas, desidratadas, liofilizada e até em calda, elas podem fazer parte do seu cardápio desde como sobremesa, até substituindo o pacote de salgadinho.

Secas ou desidratadas
Processo: a fruta é aquecida até perder sua água. Pode ser no sol, em fornos ou estufas. Este processo faz com que ela conserve grande parte do seu teor nutricional, mas faz perder as vitaminas - como a C-, que não resistem a altas temperaturas.
As melhores: Se você gosta de frutas úmidas, experimente as ameixas, damascos e uvas. As maçãs e bananas são cortadas fininhas e ficam crocantes.
Bom para: Aquela fominha da tarde ou depois da atividade física, para repor as energias.

Em calda
Processo: Frutas cozidas em calda de açúcar. Elas podem ser raladas ou fatiadas e depois cozidas em uma calda ou no seu próprio líquido, mas com adição de açúcar. Ela perde fibras e algumas vitaminas no cozimento, ganha calorias e muito sabor.
As melhores: Mamão verde, cidra, pêssego e abacaxi são as mais comuns.
Bom para: Uma sobremesa gostosa e saudável

Liofilizada
Processo: A fruta é congelada e depois colocada em uma câmara com baixa pressão, que evapora toda sua água. A grande vantagem deste processo é que conserva todos os nutrientes, inclusive a vitamina C. As frutas ficam crocantes, mas algumas excessivamente secas.
As melhores: Banana, maçã, morango e abacaxi.
Bom para: intervalo entre as refeições, quando bate aquela fominha

Cristalizada
Processo: Quase como as frutas em calda, as cristalizadas são cozidas com açúcar, mas, posteriormente, colocadas para secar. Ficam doces, macias por dentro e com uma casquinha de açúcar crocante por fora. Também perdem valor nutricional ao longo do procedimento e ganham calorias.
As melhores: Figo, manga e laranja
Bom para: Serem consumidas em ocasiões especiais

Cozidas
Processo: As frutas são cozidas ou assadas em seu próprio líquido, sem adição de açúcar. Algumas vitaminas vão embora, mas não são adicionadas calorias. Os sabores, normalmente, são bastante alterados. Algumas frutas rendem ótimas caldas. As receitas podem ser turbinadas com especiarias como canela, cravo, anis estrelado, pimenta, noz moscada ou o que a sua imaginação mandar.
As melhores: Banana, maçã, pera, morango, amoras e framboesas.
Bom para: Enganar a vontade de doce quando se está de dieta

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Propriedades Nutricionais da Semente de Linhaça


Os alimentos funcionais ganharam destaque pelos efeitos benéficos que promovem à saúde. Isso se reflete no crescente mercado dos produtos naturais, aliado ao interesse dos consumidores na prevenção de doenças.
A Linhaça (Linum usitatissimum L.) é uma das mais antigas plantas cultivadas, é uma semente oleaginosa rica em gordura, proteína e fibras dietéticas. Os principais componentes do óleo das sementes de linhaça são os ácidos graxos da família Ômega-3, e também os da família Ômega-6, com seus respectivos precursores e derivados, além das ligninas e mucilagem.
Os compostos fenólicos presentes em óleos de sementes possuem fortes propriedades antioxidantes e quando usados junto com ingredientes de alimentos processados contendo lipídeos podem exercer um efeito positivo na redução da oxidação lipídica.
O Óleo de Linhaça possui os ácidos graxos Ômega-6 e Ômega-3 em uma proporção que é considerada a ideal pela maioria dos pesquisadores, sendo altamente indicado para o reequilíbrio das proporções entre os dois grupos de ácidos graxos.
O omega-3 vegetal, principalmente em forma da farinha de linhaça dourada, que é sua fonte mais abundante, é muito mais acessível e econômico. E ele não se ressente de gosto e odor tão penetrantes como o óleo de peixe, que muitos indivíduos rejeitam impondo-se complexos procedimentos industriais para a desodorização e mascaramento do sabor.
Para um maior aproveitamento dos nutrientes e fotoquímicos da linhaça, é necessário liquidificar as sementes e armazená-la em um recipiente fosco, com tampa, sob refrigeração.
Vale lembrar que seu uso deve fazer parte de uma alimentação equilibrada, levando-se em consideração seu valor energético. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Por que comer chocolate faz bem à saúde?


1) O chocolate contém flavanóide, uma substância presente na semente do cacau e que age como protetor cardiovascular. Dr. Daniel Magnoni explica que essa propriedade do flavanóide decorre do fato de que sua absorção diminui a incidência e o desenvolvimento da arteriosclerose. "Esta substância funciona como um filtro sanguíneo, que ajuda na redução da formação de placas de gordura e transforma o colesterol 'ruim' em substâncias benéficas para o bom funcionamento do coração." O flavonóide é também encontrado em vegetais e frutas, como a uva.

2) A manteiga de cacau (óleo de theobroma), obtida das sementes da fruta, é uma gordura vegetal que contém antioxidantes que combatem os radicais livres responsáveis pelo entupimento das artérias. Além disso, ela é rica em ácidos graxos saturados e insaturados, que servem para diminuir os valores de colesterol e triglicerídeos e aumentar o HDL, conhecido como o 'bom' colesterol. Por ser vegetal, a gordura da manteiga de cacau não contém colesterol e o porcentual de gordura saturada e insaturada em sua constituição está dentro das recomendações estabelecidas pela Associação Americana de Cardiologia (AHA).

3) O chocolate ajuda na redução dos sintomas da síndrome de tensão pré-menstrual (TPM). A conclusão, de acordo com o Dr. Daniel Magnoni, foi apresentada ao mundo em 1999, pelo nutrólogo sueco S. Rössner, durante o Congresso Europeu de Nutrição Parenteral e Enteral daquele ano, realizado em Estocolmo.

4) Segundo o mesmo nutrólogo S. Rössner, o consumo de chocolate não provoca o aumento do colesterol, uma vez que o produto é rico em ácido graxo esteárico.

5) Uma boa notícia para os diabéticos: os valores de glicose ingeridos no chocolate não são diferentes daqueles alcançados quando a glicose é ingerida por meio de outros alimentos.

6) O chocolate, desde que ingerido em quantidades moderadas, não representa nada diferente de ingerir outros carboidratos necessários ao organismo.
7) O chocolate contém estimulantes alcaloides, como a cafeína e a teobromina, gerando um efeito energético que incide sobre a concentração e a capacidade física de quem o consome em quantidades moderadas.

8) O chocolate libera endorfinas, podendo estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar.

9) O consumo de chocolate, ao contrário do que comumente se diz, não causa dependência do organismo.

10) Não há embasamento científico na idéia de que a mistura de chocolate com determinados medicamentos provoca efeitos colaterais. O que se recomenda, segundo Dr. Daniel Magnoni, é que as pessoas que sofrem de gastrite ou possuem pré-disposição para a doença evitem o consumo excessivo do doce.

Por que o consumo excessivo do chocolate faz mal à saúde?

Como tudo que consumido em excesso não faz bem à saúde, Dr. Daniel Magnoni alerta sobre os efeitos do produto. "É preciso moderação porque o chocolate é rico em gordura saturada, açúcar e cacau, substâncias que podem trazer benefícios, mas, que também oferecem efeitos nocivos ao organismo humano", afirma o médico nutrólogo em relação à ingestão do produto acima do que se pode chamar de moderado.
Não se pode negar, por exemplo, que o chocolate é uma alta fonte de calorias. Apenas como referencial, uma barra de chocolate de 100 gramas contém, em média, 611 calorias e 48,7 gramas de gorduras. Além do aumento de peso, o consumo excessivo de chocolate pode provocar taquicardia leve, já que o produto possui uma substância conhecida como xantinas, um estimulante alcalóide do mesmo grupo da cafeína. Às pessoas portadoras de diabetes e que sofrem neste período da Páscoa por serem também amantes de chocolate, é recomendável consumi-lo sempre sem açúcar.

Carboidratos – Conceitos e ação na obesidade

Muitas pessoas, temendo engordar, limitam o consumo de carboidratos na dieta como, arroz, batata, pães e doces. Em primeiro lugar é preciso distingui-los. Há diferentes tipos de carboidratos! O nosso corpo converte todos os carboidratos em glicose . A glicose é o combustível das nossas células para produzir calor e energia com que nos movemos! É indispensável classificá-los em função do açúcar que contêm e a forma como este açúcar é assimilado e convertido em glicose.
Há 3 categorias de carboidratos: complexos não processados , complexos processados e simples .

carboidratos complexos não processados: são alimentos ricos em vitaminas, minerais e fibras ; sendo portanto mais saudáveis . Normalmente têm pouco conteúdo glicêmico (pouco açúcar simples) e incluem: arroz integral, pão de grãos integrais, milho, inhame, batata doce e aveia.

carboidratos complexos processados: são alimentos que foram submetidos a processos de refinamento . Comparados aos não processados, geralmente têm elevado índice glicêmico (alto teor de açúcar simples), poucas fibras, vitaminas e minerais, além de serem digeridos rapidamente. Estes carboidratos incluem o arroz branco, o pão branco, baguetes e batatas.

carboidratos simples: inclui açúcares, frutas e sucos de frutas, doces e sorvetes. São altamente glicêmicos e quase sempre absorvidos imediatamente pelo corpo.

Os carboidratos complexos não refinados devem ser privilegiados na dieta por serem ricos em fibras, saciam a fome e retardam a liberação da glicose . Por isso, ao ingeri-los, reduzimos a elevação dos níveis de glicose (açúcar) no sangue e isso significa prevenir obesidade, diabetes tipo 2, câncer no cólon, diverticulite, prisão de ventre e hemorroidas. Reduz também o colesterol LDL (mau colesterol) e, ao mesmo tempo, auxilia na redução da pressão arterial daqueles que sofrem de pressão elevada (hipertensão).
A qualidade de carboidrato influencia diretamente na secreção de insulina! Portanto lembre-se de que uma boa escolha de carboidratos levará você a uma melhor condição de saúde e performance . O ideal e importante é consumir os carboidratos que seu corpo necessita, no momento apropriado.
CARBOIDRATOS SIMPLES
CARBOIDRATOS COMPLEXOS
Açúcar de mesa
Caldas doces
Refrigerantes
Fruta e Sucos de frutas
Doces
Grãos (milho, ervilha e feijões)
Cereais (arroz)
Pães
Vegetais
Tubérculos (batata, cará e mandioquinha)

domingo, 4 de setembro de 2011

Ameixa ajuda a combater o inchaço e a celulite

A ameixa tem um poder enorme na hora de combater o inchaço e a celulite.
A fruta é uma excelente fonte de sorbitol, uma substância cuja ação facilita o trânsito intestinal. Como o inchaço na barriga muitas vezes é causado pelo mal funcionamento do intestino, isso faz com que a fruta atue eficientemente na diminuição do problema.
Graças à grande quantidade de fibras solúveis, o consumo regular de ameixa também contribui para a eliminação de toxinas, diminui a retenção de líquidos e a absorção de açúcares e gorduras durante a alimentação, principais motivos para o aparecimento das temidas celulites.
Bem madura, a ameixa aumenta seu potencial antioxidante e é uma ótima fonte de cálcio, ferro, fósforo e vitaminas do Complexo B que, entre outros benefícios, previne o envelhecimento e evita outros problemas de pele.
Especialistas recomendam: melhor evitar consumir em excesso a versão seca da fruta. Apesar de a ação laxante ser aumentada, a concentração do seu açúcar natural e calorias também aumentam.

sábado, 3 de setembro de 2011

O que são eletrólitos?


É um termo "médico/científico" para os sais, especificamente os íons. O termo eletrólito significa que este íon é carregado eletricamente e se move para outro eletrodo negativo (cátodo) ou positivo (ânodo):

. os íons que se movem para o cátodo (cátions) são carregados positivamente;
. os íons que se movem para o ânodo (ânions) são carregados negativamente.
Por exemplo, os fluidos do seu corpo - sangue, plasma, fluido intersticial (fluido entre as células) - são como a água do mar e possuem uma grande concentração de cloreto de sódio (sal de cozinha ou NaCl). Os eletrólitos no cloreto de sódio são:
. íon de sódio (Na+) - cátion
. íon de cloreto (Cl-) - ânion

No seu corpo, os principais eletrólitos são os seguintes:
. sódio (Na+)
. potássio (K+)
. cloreto (Cl-)
. cálcio (Ca2+)
. magnésio (Mg2+)
. bicarbonato (HCO3-)
. fosfato (PO42-)
. sulfato (SO42-)  

Os eletrólitos são importantes porque são o que suas células (especialmente nervos, coração, músculos) utilizam para manter as voltagens ao redor das membranas celulares e para carregarem os impulsos elétricos (impulsos dos nervos, contrações musculares) através delas e para outras células.
Seus rins trabalham para manter as concentrações de eletrólitos constantes no seu sangue, apesar das alterações do seu corpo. Por exemplo, quando você se exercita muito, perde eletrólitos no suor, particularmente sódio e potássio.
Estes eletrólitos devem ser substituídos para manter as concentrações de eletrólitos dos seus fluidos corporais constantes. Várias bebidas esportivas possuem cloreto de sódio ou cloreto de potássio, assim como açúcar e aromatizantes, para fornecer ao seu corpo energia extra e fazer com que a bebida tenha um gosto melhor.
Outro exemplo onde as bebidas com eletrólitos são importantes é quando as crianças apresentam vômito ou diarréia crônica devido a viroses intestinais. Quando as crianças vomitam ou apresentam diarréia, elas perdem eletrólitos. Estes eletrólitos e fluidos devem ser repostos para prevenir desidratação e convulsão. Por isso bebidas como o Pedialyte, possuem sódio e potássio, como as bebidas esportivas. Entretanto, os pediatras não recomendam administrar bebidas esportivas a uma criança doente. As bebidas esportivas possuem concentrações de açúcar muito mais altas que o Pedialyte e excesso de açúcar não é o tratamento adequado.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Alimentos transgênicos

São alimentos que possuem um ou mais genes mudados em laboratório. A sequência de genes presente em cada ser vivo, chamada de código genético, é que define as características de cada espécie. Através da engenharia genética os genes podem ser isolados e transferidos entre espécies diferentes. Com essa tecnologia, se isolarmos os genes que determinam a cor da casca da maçã, por exemplo, e os pusermos em uma banana, teremos uma banana que, ao amadurecer, não será mais amarela, mas, sim, vermelha. Dessa forma, é possível também introduzir um gene humano em outro animal.
 Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.
Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.
A biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos da utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.
Pontos positivos dos alimentos transgênicos
. Aumento da produção de alimentos.
. Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos).
. Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.
Pontos negativos dos alimentos transgênicos
. Aumento das reações alérgicas;
. As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
. Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
. Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.
Alguns países que cultivam alimentos transgênicos
Estados Unidos: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola, milho.
União Européia: tomate, canola, soja, algodão.
Argentina: soja, milho, algodão.
Transgênicos à venda
Testes feitos em laboratórios europeus detectaram a presença de transgênicos em 11 lotes de produtos vendidos no Brasil, a maioria deles contendo a soja geneticamente modificada Roudup Ready, da Monsanto ou com o milho transgênico Bt, da Novartis.
 - Nestogeno, da Nestle do Brasil, fórmula infantil a base de leite e soja para lactentes contendo soja RR;
- Prigles Original, da Procter & Gamble, batata frita contendo milho Bt 176 da Norvartis.
 

- Salsicha Swift, da Swift Armour, salsichas do tipo Viena contendo soja RR;  



- Sopa Knorr, da refinações de milho Brasil, mistura para sopa sabor creme de milho contendo soja RR.

- Cup Noodles, da Nissin Ajinomoto, macarrão instantâneo sabor galinha contendo soja RR;


- Cereal Shake Diet, da Olvebra Industrial, alimento para dietas contendo soja RR



 - Bac’Os da Gourmand Alimentos (2 lotes diferentes), chips sabor bacon contendo soja RR;
- ProSobee, da Bristol-Myers, formula não lactea a base de proteína de soja contendo soja RR;
- Soy Milk, da Ovebra Industrial, alimento a base de soja contendo soja RR
 - Supra Soy, da Jospar, alimento a base de soro de leite e proteína isolada de soja contendo soja RR.  
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...