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sábado, 24 de setembro de 2011

Mitos e verdades sobre alimentação da Criançada

1. Suco de beterraba acaba com anemia
Mito. Uma xícara de beterraba ralada possui, pasme, apenas 0,8 miligrama de ferro. “A criança anêmica tem que consumir todo santo dia 5 miligramas do mineral para cada quilo de peso, durante três meses”, explica o pediatra Ary Lopes Cardoso, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Já um bife pequeno de fígado tem, em média, 8,5 miligramas desse nutriente.

2. Posso colocar todos os dias um bolinho desses comprados prontos na lancheira do meu filho
Mito. Se for sem recheio nem cobertura, vá em frente. Eles são ótimas fontes de carboidratos. Mas, se pertencer à categoria dos recheados, a coisa muda de figura. Para obter a consistência cremosa, os recheios são produzidos com gordura hidrogenada, verdadeiro veneno. Em altas quantidades, leva à obesidade e ao aumento do colesterol (sim, criança também pode acumular essa substância nas artérias). Para variar, experimente substituir os bolos por bolachas salgadas ou um sanduíche.

3. Crianças de qualquer idade podem comer frutos do mar
Mito. De jeito nenhum. Por uma questão de segurança, espere que complete 2 anos. Os principais riscos são a intoxicação alimentar e as alergias. É bem verdade que cozinhar ou assar esse tipo de alimento diminui o perigo, mas, como seguro morreu de velho, é melhor evitar.

4. Café faz mal para os baixinhos
Mito. A bebida não é das mais indicadas, porque a cafeína pode deixar a criança agitada. “Porém, uma xícara pequena de café puro por dia não faz mal a ninguém”, afirma Ary Lopes, para alívio das mães que não abrem mão do pretinho misturado com o leite. Se você já ouviu dizer que ele prejudica a absorção de cálcio, saiba que não há razão para se preocupar. “A quantidade de cafeína presente em um copo de café com leite é tão pequena que não interfere na retenção do mineral pelo organismo”, esclarece o nutrólogo e pediatra Mauro Fisberg, da Universidade São Marcos, em São Paulo.

5. O leite de soja pode substituir o de vaca?
Verdade. Sim, se o problema for intolerância à lactose. Se não, o de vaca é melhor, porque tem mais cálcio. É bom saber, ainda, que um grupo de proteínas do leite de vaca, as caseínas, pode provocar reações como urticária. Por isso, em caso de dúvida, consulte o profissional nutricionista. Só ele pode recomendar o tipo de leite mais adequado para a sua criança.

6. Meu filho adora peixe cru. Tudo bem
Verdade. Acima de 2 anos, tudo bem. “Para não arriscar, só vá a restaurantes impecáveis no que se refere à higiene”, recomenda Ary Lopes. Caso a preferência recaia sobre o salmão que andou na berlinda como agente da difilobotríase (doença que provoca dor abdominal, náuseas e vômitos), cheque se foi previamente congelado a 21 graus e se o estabelecimento tem o certificado sanitário, que garante a procedência e a qualidade do pescado.

7. Alimentos com corantes causam alergia?
Mito. A resposta é não para a grande maioria dos baixinhos. Além dos corantes, os espessantes e os conservantes, encontrados nos produtos industrializados, também são mal-afamados. “Mas testes comprovam que apenas 5% dessas substâncias estão relacionadas a crises alérgicas”, revela a pediatra Renata Cocco. “Já os alérgicos ao ácido acetilsalicílico, componente da aspirina, precisam tomar cuidado, porque tendem a apresentar reações aditivos alimentares.”

8. A carne vermelha é essencial para a criança crescer saudável?
Verdade. Sim, ela é uma importante fonte de proteínas, gordura, ferro e zinco. Contra anemia, ela é imbatível. Possui ferro-heme, ou ferro orgânico, que é muito mais bem aproveitado pelo corpo do que o mineral presente nos vegetais.A anemia afeta mais de 40% das crianças em idade pré-escolar no Brasil. Por isso a carne vermelha deve ser consumida ao menos três vezes por semana, de preferência acompanhado de uma fonte de vitamina C, como a laranja, para aumentar a absorção do ferro. O frango e o peixe são bons substitutos, mas, fique sabendo, não contêm a mesma concentração de ferro-heme.

9. Refrigerante diet e guloseimas adoçadas artificialmente devem ser evitados
Mito. "Não há nenhum componente nesses produtos que seja comprovadamente nocivo à saúde”, afirma a pediatra Renata Cocco. Nenhum estudo concluiu, por exemplo, que aspartame faça mal ao organismo dos pequenos. “Mas, por serem artificiais, recomendamos que esses alimentos sejam consumidos só quando realmente há necessidade”, explica a pediatra.

10. Gemada é capaz de dar pique?
Mito. Ela foi a queridinha das mães zelosas até alguns anos atrás. Não é mais, até porque nem mesmo os especialistas a recomendam. O ovo cru pode estar contaminado com salmonela. A bactéria pode provocar diarréia, vômito ou até levar à morte. Infelizmente, ovos de diversas marcas podem estar contaminados por causa de higiene e refrigeração deficientes. Como é quase impossível saber quais têm condições de consumo, o mais seguro é fritá-los ou, melhor ainda, cozinhá-los.

11. É verdade que alimentos crus e duros ajudam a desenvolver a musculatura da boca?
Verdade. Eles estimulam a mastigação, fortalecendo os músculos e facilitando a fala. Quando introduzir a sopa na dieta do bebê, em vez de bater os ingredientes no liquidificador, experimente passá-los na peneira. Depois que seu filho estiver mais crescido, amasse os alimentos com um garfo para que possam ser mastigados. E, assim que alguns dentes tiverem nascido, ofereça alimentos crus, como a cenoura e a maçã, em pequenos pedaços — esta última dica, aliás, vale para todo o resto da infância e a adolescência.

12. Leite fermentado ajuda a combater a diarréia?
Verdade. Os lactobacilos presentes no leite fermentado competem com as bactérias nocivas no organismo, modificando e colonizando a flora intestinal com germes benéficos. Assim, o consumo desse tipo de bebida pode abreviar a duração da diarréia. Se o problema persistir, procure o pediatra.

13. Jantar muito tarde provoca sono agitado?
Verdade. A chance de isso acontecer é grande, principalmente se a refeição for rica em gordura, que leva mais tempo para ser digerida, e a criança for para a cama logo depois de comer. Durante o sono, o organismo funciona mais lentamente e isso inclui a digestão. O estômago, então, fica mais pesado e chega a incomodar. Já uma refeição com baixo teor de gordura leva pelo menos duas horas para ser digerida. Após esse período a criança pode se deitar tranquilamente.

14. A mãe deve observar no rótulo – o índice de gordura e o de sódio
Verdade. Não há uma dosagem máxima recomendada por produto — e, se houvesse, ela seria diferente conforme a idade. Mesmo assim é bom ficar de olho nesses ingredientes. A gordura, lembre-se sempre, não pode fornecer mais do que 30% das calorias diárias consumidas pela criança. Não precisa ficar fazendo conta a toda hora: basta usar o bom senso e, se oferecer algo com teor de gordura nas alturas ao seu filho, cuidar para que o restante do cardápio daquele dia seja mais leve. Para o sódio, vale o mesmo raciocínio, lembrando que até 12% da meninada entre 6 e 18 anos é hipertensa — e aí o excesso de sal, já sabe… Vale conversar com o pediatra sobre o assunto, afastar essa hipótese e pedir uma orientação sobre o consumo diário de sal adequado para o seu filho.

15. É melhor comer frutas com casca
Verdade. O mais indicado é consumi-las com casca, quando possível, porque ela é uma ótima fonte de fibras. As frutas devem ser muito bem lavadas em água corrente e com a ajuda de uma escovinha, para que fiquem livres de resíduos de agrotóxicos, substâncias extremamente prejudiciais.

16. Os macarrões instantâneos são liberados
Mito. A massa em si não faz mal nenhum, pois é uma excelente fonte de carboidratos. O problema está no condimento que dá sabor e faz com que o prato seja um dos preferidos da garotada. Além de ser um tempero artificial, ele contém grande quantidade de sódio, que leva ao aumento da pressão e à retenção de água. Em outras palavras, poder pode, mas só de vez em quando.

17. Vale a pena incluir aqueles pós multivitaminados na alimentação dos meus filhos
Mito. Esses pós devem ser ingeridos como complementos da alimentação só se a criança apresentar déficit de nutrientes ou estiver abaixo do peso. Eles são indicados principalmente quando é necessário aumentar o aporte de calorias, vitaminas ou sais minerais no organismo. O ideal é que esse tipo de suplemento seja utilizado sob a orientação de um nutricionista, já que é muito calórico.

18. As informações estampadas nas embalagens se referem às necessidades nutricionais de crianças
Mito. Em geral elas se referem às necessidades dos adultos, exceto quando os produtos são dirigidos ao público infantil. O importante é saber que cada idade requer tipos e quantidades específicos de nutrientes. E as recomendações mais indicadas para cada faixa só o especialista pode fazer.

19. Sopas prontas substituem uma refeição
Mito. A quantidade de fibras e nutrientes presente nesses produtos são muito pequena. Sem falar no alto teor de sódio. Se numa hora de aperto você precisar recorrer à praticidade desse tipo de refeição, trate de complementá-la com uma porção de carne, outra de legumes e uma fruta. Nada como a velha e boa sopa caseira, preparada com ingredientes fresquinhos.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mitos e Verdades sobre Hipertensão

1. A hipertensão arterial  é uma doença curável.
Mito. A hipertensão arterial é uma doença que  pode ter cura, no entanto, este fato ocorre numa minoria dos casos. Em menos de 10% dos hipertensos encontramos uma causa curável para a doença. Na maioria das pessoas, a hipertensão arterial é uma doença causada por diversos fatores (chamada de doença multifatorial).Estes fatores atuam de uma forma conjunta e complexa. O avançar da  idade, raça, estresse psicossocial , história familiar, excesso de peso, sedentarismo, ingesta excessiva de sal, entre outros fatores , estão  envolvidos na gênese da doença.

2. A  hipertensão arterial costuma causar sintomas, como a dor de cabeça.
Mito. A  hipertensão arterial  não costuma causar sintomas, principalmente  em  hipertensos crônicos. Por este motivo, a doença  é conhecida como a “matadora silenciosa”. Sintomas como dor de cabeça, mal estar, tonturas e sangramento nasal , não são um bom indicativo da  presença de hipertensão arterial .A  MAPA (monitorização ambulatorial da pressão arterial), exame que correlaciona valores da pressão arterial e os sintomas referidos pelo paciente ao longo do dia, reforça a natureza assintomática da doença.

3. As pessoas devem apresentar um valor da pressão arterial relativamente constante.
Mito. A pressão arterial costuma variar a cada batimento cardíaco, de acordo com as atividades exercidas pelo indivíduo. A pressão arterial costuma ser maior em situações de estresse , excitação ou esforço físico ( exemplos: dirigir , participar de uma reunião de negócios ou durante a atividade sexual).Durante o período do sono , costuma haver uma queda fisiológica da pressão arterial (cerca de 10 a 20% a menos  quando comparada a pressão arterial média durante o dia).Os idosos apresentam uma grande variabilidade da pressão arterial, podendo num mesmo dia, apresentar valores discrepantes em curtos intervalos de tempo.

4. É normal que as pessoas idosas tenham uma pressão arterial mais elevada.
Mito. A pressão arterial máxima ou sistólica costuma aumentar com a idade, enquanto que a pressão arterial mínima ou diastólica, não aumenta  (ou até diminui), após os 50 anos .Por isso, em idosos, é comum haver apenas uma elevação da pressão arterial máxima (hipertensão arterial sistólica isolada).Tanto para adultos como para idosos, uma pressão arterial sistólica maior ou igual a 140 mmhg é considerada sempre elevada. Nos idosos, a pressão arterial sistólica é a mais indicativa do desenvolvimento de complicações cardiovasculares, como o derrame cerebral , infarto do miocárdio e a insuficiência cardíaca.

5. A aproximação dos valores da pressão arterial máxima  com  os valores da pressão arterial mínima, é indicativa de um ataque cardíaco.
Mito. Esta situação mencionada acima, mais comumente vista em hipertensos mais jovens, nada mais é do que uma elevação isolada ou predominantemente  da pressão arterial mínima ou diastólica (exemplo: 130 / 98 mmHg).Embora este fato também acarrete um aumento do risco de complicações cardiovasculares com o passar do tempo , ele não é indicativo da ocorrência imediata de um ataque cardíaco (infarto do miocárdio).

6. Uma vez que a minha pressão arterial está controlada, poderei deixar de tomar a minha medicação.
Mito. A normalização da pressão arterial costuma ser fruto da ação de uma ou mais medicações anti-hipertensivas , além disso, as mudanças dos hábitos de vida são fundamentais. Como a ação destas drogas é transitória, a suspensão das mesmas  elevará novamente a pressão arterial. Em resumo, hipertensos que controlaram sua pressão arterial após a introdução de medicamentos, não devem suspendê-los sem uma devida orientação médica.

7. No dia da consulta , não devo tomar a medicação anti-hipertensiva, pois só assim meu médico saberá  de fato  como está a minha pressão arterial.
Mito. Nos hipertensos em uso de medicação, a medida da pressão arterial sob o uso corrente destas drogas trará informações importantes sobre como está sendo o tratamento da doença. Logo , as medicações não deverão ser suspensas no dia da consulta.

8. As medicações anti-hipertensivas afetam o desempenho sexual.
Mito. Certos betabloqueadores, diuréticos ou a alfa-metil-dopa, podem atingir a esfera sexual. No entanto, hoje dispomos de inúmeras drogas  efetivas e bem toleradas , que não apresentam influência sobre o desempenho  sexual do paciente hipertenso.

9. Medicamentos manipulados  são tão eficazes quanto os genéricos  ou  aqueles  de  formulação galênica (medicamento de referência).
Mito. Nunca troque o receituário de seu médico  no balcão da farmácia. As diretrizes dos especialistas em hipertensão arterial   costumam sugeriri o uso das medicações de formulação galênica (medicamento de referência ou similires). Os medicamentos genéricos , que passaram por testes de bioequivalência (comprovando sua efetividade) também podem ser usados. Evite as medicações manipuladas, pois são menos confiáveis .
  
10. Só é recomendado a medição de pressão a partir dos 15 anos.
MITO. Atualmente, considera-se obrigatória a medida da pressão arterial a partir dos três anos de idade, anualmente, ou antes dessa idade, quando a criança apresentar antecedentes neonatais, doenças renais, ou fatores de risco familiares.

11. A medida considerada normal para esse grupo é diferente da dos adultos.
VERDADE. A pressão média na infância costuma ser de 70 por 40 e vai aumentando com o crescimento até chegar a 120 por 80 na vida adulta. Na infância e adolescência têm-se como pressão arterial normal valores de medida abaixo de 90, tanto para pressão sistólica como para a diastólica. Números entre 90 e 95 estão inseridos na faixa normal limítrofe, e acima de 95 definem o diagnóstico de hipertensão arterial se confirmados em três ocasiões diferentes.

12. Maus hábitos atingem em cheio a saúde dos jovens.
VERDADE. Os relatos clínicos demonstram importante associação entre excesso de peso e pressão elevada principalmente nos adolescentes. A ingestão de álcool, o uso de drogas (particularmente a cocaína) e a utilização de anabolizantes e anticoncepcionais orais devem ser considerados como possíveis causas de hipertensão arterial nessa faixa etária.

13. Considera-se hipertensão na gravidez quando o nível da pressão arterial for maior ou igual a 140/90 mmHg.
VERDADE. Mas há parâmetros específicos para estabelecer a gravidade do mal com base na variação das pressões sistólica e diastólica.

14. A pré-eclâmpsia é a principal causa de morte materna no Brasil.
VERDADE. A incidência em nosso país é de cerca de 10%, segundo o Consenso Brasileiro de Cardiopatia e Gravidez. Mas a causa desta manifestação permanece desconhecida.

15. A ocorrência da hipertensão em indivíduos negros é mais elevada que na população em geral.
VERDADE. E também se manifesta com maior gravidade. Além disso, o controle é mais difícil, devido a fatores genéticos.

16. Mulheres são candidatas naturais à hipertensão na menopausa pela perda da produção do hormônio estrógeno.
Provavelmente. É possível que a produção natural dos hormônios femininos influencie. Quando cessa essa produção, na menopausa, o problema é agravado. Entretanto, a reposição artificial dos hormônios não se tem mostrado capaz de reduzir a morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares nas mulheres submetidas ao tratamento de reposição hormonal.

17. A utilização de anticoncepcionais orais deve ser evitada por mulheres com mais de 35 anos e por obesas.
VERDADE. Embora não haja uma contra-indicação formal, os consensos brasileiros de hipertensão recomendam a suspensão, devido ao maior risco desse grupo desenvolver o distúrbio.

Dicas:

. Alimentos embutidos como salsicha, linguiça, presunto e carne seca têm alto teor de sódio, por isso seu consumo deve ser moderado.

. Veja sempre as informações nutricionais: alimentos com grandes quantidades de sódio prejudicam a saúde e se consumidos frequentemente, podem levar a problemas de pressão.

. O estresse prejudica muito o controle da pressão;

. O fumo contribui para que a pressão seja aumentada;

. Pratique exercícios físicos regularmente: Caminhada de 30 minutos diários já ajuda.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Berinjela reduz os níveis sanguíneos de colesterol?


Não há evidências científicas de que o consumo de berinjela (Solanum melongena L) reduza os níveis sanguíneos de colesterol. Embora haja procura de tratamento alternativo que combata a hiperlipidemia, já que os medicamentos para estes fins são caros e não isentos de efeitos colaterais, infelizmente, nem o suco de berinjela com laranja, nem as cápsulas comercializadas no Brasil contendo extrato seco da planta apresentaram os efeitos desejados.

O interesse pela berinjela está em supostas substâncias antioxidantes, como o nasunin, que poderia ter efeito favorável na peroxidação lipídica e na reversão da disfunção endotelial em modelos experimentais de hipercolesterolemia.

Os resultados de estudos experimentais são controversos, pois alguns encontraram níveis diminuídos de colesterol sanguíneo após o uso da berinjela e outros não. Os poucos trabalhos realizados em humanos não observaram nenhuma modificação. Em um deles, por exemplo, em amostra randomizada e duplo-cega, voluntários hipercolesterolêmicos receberam cápsulas de extrato de berinjela (total de 450 mg/dia) ou placebo durante 90 dias. Os resultados foram similares em ambos os grupos.

O que é indiscutível é que a alimentação pode e deve contribuir para o tratamento da hipercolesterolemia. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o tratamento dietético consiste em diminuir a ingestão de colesterol, com a redução do consumo de alimentos de origem animal, em especial as vísceras, leite integral e seus derivados, embutidos, frios, pele de aves e frutos do mar (camarão, ostra, marisco, polvo, lagosta).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mitos e verdades sobre diarréia

A diarréia é uma doença causada por vírus ou bactérias, a doença afeta 4 mil pessoas no Brasil por dia. Saiba os mitos e as verdades sobre essa doença.

Virose dá diarréia?
Verdade. Os vírus são os principais causadores da diarréia principalmente em lugares com alto índice de saneamento básico, como as cidades grandes. Nos lugares com as ruins redes de esgoto, os principais e maiores responsáveis são as bactérias.

Alimentos pesados e muito temperados piora a diarréia?
Verdade. Qualquer alimento com muita gordura ou de difícil digestão atrapalha a região da mucosa, que durante a diarréia fica machucada.

Medicamentos são bons para melhorar a diarréia?
Mito. A diarréia é uma defesa que não deve ser interrompida. Os remédios não podem ser usados, pois os micro-organismos retêm dentro do corpo e pode ocorrer conseqüências mais sérias.

A falta de higiene no preparo dos alimentos pode provocar diarréia?
Verdade. A falta de higiene leva a proliferação de vírus e ou bactérias e acaba transmitindo a diarréia por via oral.

Tomar leite piora a diarréia?
Verdade. A diarréia elimina sais minerais, água, micro- organismos, então a diarréia elimina a lactase, enzima que quebras as moléculas do leite.

A diarréia passa para a outra pessoa?
Verdade. Pode ocorrer a transmissão por mãos já contaminadas, por via oral e até mesmo pelo ar. A forma de você se prevenir é lavando bem as mãos com água e sabão.

O corpo sozinho é capaz de combater a diarréia?
Verdade. A doença passa sozinha em 1 a 2 semanas. A dica é manter uma alimentação leve e tomar muito liquido para hidratar o corpo.

As crianças e os idosos pegam a diarréia mais fácil?
Verdade. As crianças e os idosos têm um organismo mais frágil e tem mais facilidade de desidratação.

domingo, 18 de setembro de 2011

Mitos e Verdades sobre Saúde Oral


1. As consequências da saúde oral ruim ficam restritas à boca
Mito. Isto não é verdade. O que a gestante consome, por exemplo, é essencial ao desenvolvimento da dentição do feto. Uma alimentação inadequada nesta fase aumenta o risco de cáries dentárias e outros problemas bucais na criança anos após o nascimento. A dieta deficiente nas vitaminas B6 e B12 aumenta o risco de má formação do palato.
A cárie é a doença mais comum na infância (5 vezes mais prevalentes do que a asma)! Além disso, se a criança apresenta dores de dentes sua concentração na escola diminui e seu aprendizado é prejudicado.
Outro problema é que com dor a criança passa a optar por alimentos que não exigem tanta mastigação como iogurtes, balas (é só chupar), chocolates (derrete na boca), sorvetes e salgadinhos ou massas, que são mais moles e pobres em fibras. Tais alimentos não são tão nutritivos quanto frutas e verduras. Por isto, as complicações orais podem contribuir para o ganho de peso, deficiências nutricionais e doenças crônico-degenerativas a longo prazo.

2. Quanto mais açucarada a dieta maior é o número de cáries
Mito. Nem sempre, já que o problema não é a quantidade de açúcar na dieta mas sim o tempo que este açúcar permanece em contato com os dentes. Se a criança come um doce mas escova os dentes não há tanto problema quanto tomar um refrigerante ou comer alimentos ricos em carboidratos e que podem permanecer grudados nos dentes como os salgadinhos de pacote. Quando não há higienização as bactérias passam a digerir estes açúcar produzindo ácidos que danificam os dentes. 

3. Cáries na infância não são preocupantes já que os dentes de leite serão substituídos por dentes permanentes
Mito. O problema é que a perda da dentição precocemente prejudica o desenvolvimento da coroa dos dentes permanentes. Além disso, o dente permanente tem maior chance de nascer mal posicionado por falta de espaço entre os demais dentes de leite.

4. A osteoporose afeta apenas a espinha e os quadris
Mito. A osteoporose também conduz a perda de dente já que os ossos estão ancorados nos ossos da face, que também podem ser afetados. A mandíbula e outros ossos da face estão constantemente se renovando durante a vida. Para isso uma dieta adequada é fundamental. Nutrientes importantes aos ossos ou para seu perfeito metabolismo incluem cálcio, vitamina D, magnésio, cobre, zinco, manganês, boro, vitamina K, vitamina C, silício.

5. Dentaduras melhoram a saúde oral
Mito. Nem sempre, se as próteses não estiverem bem ajustadas a pessoa acaba optando pelos alimentos de mais fácil mastigação como massas e bolos. Se você cuida de um idoso fique atento ao posicionamento das dentaduras, se o indivíduo tem dificuldade de mastigação ou se sente desconforto. Enquanto a prótese não é substituída ajude-o a preparar alimentos mais nutritivos e de fácil mastigação como purês de legumes e de frutas, sopas, sucos batidos com vegetais, carnes moídas e macias.

6: Cáries são problemas exclusivos de crianças
Mito. Adultos também podem ter cáries. Além da higienização inadequada o uso de drogas como antidepressivos, diuréticos, anti-histamínicos e sedativos aumentam o risco de cáries pois diminuem a produção de saliva.
A mesma é importante para limpar a cavidade bucal com maior velocidade. Neste caso, um maior consumo hídrico é fundamental. Indivíduos que passaram por cirurgias de estômago ou intestino também podem absorver menos os nutrientes importantes para a saúde dentária e também para a produção de saliva. Indivíduos diabéticos também precisam dar mais atenção à higienização visto que o risco de doenças periodontais dobra neste caso. E, é um ciclo vicioso já que as doenças periodontais dificultam o controle do diabetes.

7. Chiclete sem açúcar auxilia contra as cáries
Mito. Os chicletes ou balas sem açúcar não provocam cáries, mas também não auxiliam contra elas. É ideal que a escovação, além de ser feita após as principais refeições, no mínimo três vezes ao dia, seja realizada após a ingestão de doces.

8. O dente do 3º Molar (siso) sempre deve ser extraído
Mito. Depende de sua posição dentro da arcada dentária. Se o crescimento do siso for incomum, "empurrará" o restante dos dentes e pode entortar a arcada; há casos em que o siso causa desconfortos como dores, e então se torna essencial a extração. Há casos em que o crescimento deste dente não causa nenhum problema e não há a necessidade da extração.

9. Enxagüantes bucais podem substituir uma escovação
Mito. A escovação e o fio dental são os métodos mais eficazes para a limpeza dental, os Enxagüantes são usados apenas como complemento. Sozinhos, sem a escovação e o fio, eles não têm utilidade nenhuma.

10. Dentes sensíveis se fortalecem com flúor
Verdade. Normalmente a sensibilidade dos dentes é causada por pequenos canais presentes na superfície dental, em maior quantidade na raiz e o flúor promove uma remineralização e fecha esses pequenos canais.

11. Creme dental clareador funciona?
Mito. Ele faz apenas uma limpeza da superfície, o que dá a falsa impressão de dentes mais claros. É possível, sim, que seja usado como complemento ao clareamento realizado pelo dentista, mas com cautela, pois pode ser 12. abrasivo.

12.Usar enxaguante bucal com álcool prejudica o paladar?
Verdade. Os produtos que têm um teor alcoólico alto na composição, realmente afetam as papilas gustativas e alteram o paladar. Além disso, podem ser prejudiciais à mucosa da boca, pois acabam desidratando e deixando-a seca. Existem alternativas de Enxagüantes sem álcool, mas o correto é consultar um dentista para que seja prescrito o produto certo com a frequência adequada para cada caso.

13. Mascar chiclete acaba com o mau hálito?
Mito. Quem já tentou essa artimanha sabe que o sucesso é temporário. Na hora, você pode até sentir um alívio pelo aroma que a goma de mascar oferece, mas quando a real causa não é devidamente tratada, o cheirinho desagradável volta logo depois.

14. Chupar limão desgasta o dente?
Verdade. A acidez do limão pode corroer o esmalte, sim. E quem tem esse costume, pode até apresentar desgaste com o passar do tempo. Se você é fã somente da limonada, fique tranquila. Ainda que tome o suco diariamente, dificilmente irá estragar o esmalte.

15.Escova dura limpa melhor?
Mito. Além de machucar a gengiva por causa do atrito, as cerdas nada macias representam risco ao esmalte e aumentam a sensibilidade dos dentes.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Mitos e Verdades sobre alimentação do diabético



1. As pessoas com diabetes  não podem comer beterraba
MITO: As pessoas com diabetes podem consumir beterraba, pois  é classificado como vegetal contendo boa fonte de fibras, vitaminas e minerais  e poderá fazer parte da dieta, elaborada pelo nutricionista.

2. As frutas como banana, uva, caqui, manga e melancia, devem ser excluídas da alimentação das pessoas com diabetes pois aumentam muito  o açúcar no sangue.
MITO: As  frutas são ricas em vitaminas, minerais e fibras e contêm o açúcar natural (frutose e glicose). Quando consumidas em quantidades adequadas e distribuídas corretamente ao longo de um dia de alimentação, não prejudicam a saúde da pessoa que tem diabetes, entretanto se consumidas em excesso qualquer fruta poderá aumentar a glicemia.

3. Fruta faz bem a saúde e por isso pode comer a vontade
MITO: A fruta possui diversos nutrientes, incluindo a frutose e glicose que em excesso poderão aumentar a glicemia

4. As pessoas com diabetes devem comer pão  somente dormido ou amanhecido ou torrado porque não faz mal para o diabetes
MITO: O pão francês é um alimento que faz parte da dieta do brasileiro, constituindo uma importante fonte de carboidrato na alimentação. O carboidrato é o nutriente que mais afeta sua glicemia, pois quase 100% é convertido em glicose (açúcar). Assim não importa a forma de preparo ou de consumo do pão, um pão francês de aproximadamente 50g terá sempre 28g de carboidrato, estando ele torrado ou dormido. Portanto consuma a quantidade orientada pelo seu nutricionista e da forma que mais gostar.

5. Para diminuir o carboidrato do arroz, basta lavá-lo continuamente.
MITO: Lavar o arroz ou qualquer outro alimento não diminui o conteúdo de carboidrato do mesmo.

6. A pessoa com diabetes não pode comer pão francês, cuscuz ou tapioca, tem que trocar  tudo por biscoitos tipo água e sal ou cream cracker.
MITO: As pessoas com  diabetes podem comer pão francês, cuscuz e tapioca, devendo estes alimentos ser inseridos em um plano alimentar saudável. Não é recomendável utilizar apenas um tipo de alimento pois haverá menor proporção de nutrientes e risco de monotonia.

7. Para reduzir o carboidrato do pão basta deixá-lo fora da geladeira por de 1-2 dias  e assim a pessoa com diabetes  poderá comer á vontade sem que a glicemia se altere.
MITO: O pão ou qualquer outro cereal fermentado na geladeira ou fora desta, não tem seu teor carboidrato reduzido. Portanto procure seguir as recomendações do seu nutricionista em relação a quantidade e forma de consumo dos alimentos.

8. Diabético não pode comer arroz e feijão
MITO: Diabético pode comer arroz e feijão. Durante muitos anos, algumas crenças foram criadas sobre a ingestão de arroz e feijão. Alguns diziam “engorda”, outros que “diabético não pode comer”, porém, sabemos hoje que principalmente o feijão é um dos alimentos mais ricos em fibras solúveis, além do amido resistente (outro tipo de fibra) e faz parte do hábito alimentar do brasileiro. A presença desse tipo de fibra torna a digestão mais lenta, importantíssimo para menor elevação da glicose no sangue. Outro aspecto relevante é a saciedade que o feijão proporciona, resultado desse mesmo processo de digestão.

9. Produtos “Diet” são feitos para diabéticos e podem ser consumidos a vontade.
MITO: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) pode ser chamado de alimento diet aquele que é isento de algum nutriente, nem sempre ele é isento de carboidrato, pode ser em gordura ou sódio por exemplo. Podemos citar como exemplo o chocolate, algumas marcas apresentam maior teor de gorduras e pouca ou nenhuma diferença em carboidrato, ou seja, nem sempre o chocolate diet é a melhor escolha. Para boas escolhas sempre devemos comparar os rótulos dos alimentos, em caso    de dúvidas sempre consulte um nutricionista.

10. Canela ajuda a controlar o diabetes
Mito: não tem nenhum estudo científico que comprove isso. Existem alguns estudos em relação à canela, porém são estudos preliminares, que merecem mais esclarecimentos para provar esse efeito satisfatório. É melhor não seguir nada que não seja comprovado, afinal, trata-se de um problema crônico e qualquer descuido pode piorar a situação.  

11. Diabético pode consumir mel, açúcar mascavo e caldo de cana sem problemas
Mito: apesar de naturais, estes alimentos tem açúcar do tipo sacarose, maior vilã dos diabéticos. Hoje, os padrões internacionais já liberam que 10% dos carboidratos ingeridos podem ser sacarose, mas sem o controle e a compensação, os níveis de glicose podem subir e desencadear uma crise. O diabético até pode consumir, mas ele deve ter noção de que não pode abusar e compensar com equilíbrio na dieta", continua.

12. Alguns alimentos ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue auxiliando o tratamento do diabetes
Verdade: Sim. Isso por conta do Índice Glicêmico (IG) dos alimentos. Quando um alimento tem o índice glicêmico baixo, ele retarda a absorção da glicose pelo sangue e, portanto estabiliza a diabetes. Mas, quando o índice é alto, esta absorção é rápida e acelera o aumento das taxas de glicose no sangue. "Alimentos integrais, iogurtes sem açúcar, maçã, pera, feijão, lentilha e manga, podem ser considerados indutores deste controle, por isso ajudam a amenizar os sintomas da doença, já os de alto índice, como batata e demais carboidratos, aumentam o problema.

13. A aplicação de insulina causa dependência química
Mito: a aplicação de insulina não promove qualquer tipo de dependência química ou psíquica. O hormônio é importante para permitir a entrada de glicose na célula, tornando-se fonte de energia. No caso dos pacientes com diabetes tipo 1, não tem jeito eles são insulino-dependentes, e não porque ela cause esta dependência, mas pelo fato de sua deficiência ser crônica desde o nascimento. Não se trata de dependência química e sim de necessidade vital. Você precisa da insulina para sobreviver, mas não é um viciado na substância.

14.Deve-se substituir o açúcar dos alimentos por adoçante
Verdade: os adoçantes foram feitos exatamente para os diabéticos ou para quem está de dieta, porém, para pessoas que não têm nenhuma disfunção, existe um limite para seu uso. "O valor diário recomendado de aspartame, por exemplo, é 40 mg por kg, já no ciclamato, este número é bem menor, 11 mg".  

15.Dá para evitar a insulina se você não ingere carboidratos
Mito: neste caso, depende. O carboidrato eleva a glicemia com mais rapidez, por isso sua ingestão deve ser controlada. No diabetes Tipo 1, é necessária a aplicação de insulina diariamente, já que o pâncreas não produz este hormônio. Portanto, mesmo que não coma carboidratos, precisará aplicar insulina. No caso do diabetes Tipo2, a ingestão da insulina vai depender do nível de glicemia. Se estiver controlado, pode-se parar o uso, porém, só um médico poderá fazer esta ava

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mito ou Verdade Sobe Dietas


1. Beber água durante as refeições engorda.
Mito. Não engorda, mas dificulta a digestão. Além disso, com o passar do tempo o estômago ficará dilatado, fazendo com que a pessoa precise comer mais.

2. Pessoas com tendência para engordar nunca serão magras.
Mito. Com uma alimentação balanceada e atividade física, qualquer pessoa pode emagrecer e manter-se magra.

3. Chope dá barriga.
Mito. Ao beber chope, o estômago fica dilatado pelo excesso de líquido. Mas é a quantidade que engorda. Nada de beber mais de um copinho de chope!

4. Homens emagrecem mais rápido que mulheres.
Verdade. Enquanto o homem produz o hormônio testosterona, que acelera a queima de caloria, a mulher produz o hormônio estrógeno, que facilita o acúmulo de gordura.

5. Fazer jejum é o melhor jeito de perder alguns quilos. 
Mito. A não ingestão de alimentos levará ao consumo das reservas corporais. É importante destacar que o organismo lançará mão não somente da reserva adiposa (gordura), como também da massa magra (muscular), com prejuízos incalculáveis ao funcionamento dos diferentes órgãos

6. Comer de três em três horas promove a perda de peso. 
Verdade. Há trabalhos que demonstraram que se o indivíduo faz de seis a sete refeições ao dia apresenta redução significativa do colesterol quando comparados com aqueles que realizam apenas três. A ingestão regular de alimentos promove aumento do metabolismo, o que poderá levar a perda de peso. É claro que esta perda de peso estará relacionada com a composição dos alimentos ingeridos em cada refeição

7. Massas e carboidratos devem ser evitados a todo custo.
Mito. Nosso organismo é uma máquina e toda máquina precisa de combustível. O melhor combustível para dar energia é o carboidrato. Se você para de ingerir carboidratos, o organismo começa a usar as proteínas para dar energia

8. Frituras são o maior inimigo do emagrecimento. 
Verdade. Sem dúvida, a fritura estará promovendo maior ingestão de gordura. 1 grama de gordura contêm aproximadamente 9Kcal. É o nutriente com maior contribuição calórica.

9. Chá verde ajuda na perda de peso!
Verdade: Por ter cafeína e catequinas, ele acelera o metabolismo e auxilia a diminuição de gordura corporal. Além disso, ajuda no processo de desintoxicação do organismo, por ter substâncias antioxidantes.

10. Vitamina engorda
Mito: As vitaminas não fazem com que a pessoa ganhe peso. O que acontece é que elas abrem o apetite.

11.Tomar vinagre antes das refeições ajuda a não engordar
Mito: Além de não fazer efeito, os adeptos dessa prática certamente terão um problema grave no estômago, como uma úlcera.
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